Segundo a fiscalização, os trabalhadores viviam em alojamentos degradantes, sem água potável, banheiros ou estrutura adequada, além de enfrentarem condições precárias de trabalho e manusearem explosivos sem habilitação. A remuneração era feita por produção, sem registro em carteira ou garantias trabalhistas.
Três empresas de construção civil foram autuadas e notificadas a regularizar a situação, rescindir os contratos e pagar cerca de R$ 520 mil em verbas trabalhistas e indenizações. Os trabalhadores resgatados terão direito ao seguro-desemprego especial e foram encaminhados à rede de proteção social.
A operação contou com a participação do Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério Público do Trabalho, Defensoria Pública da União e Polícia Federal.
