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| Justiça apontou esquema de pirataria com mais de 100 mil conteúdos liberados ilegalmente |
A decisão foi assinada pela Vara Única de Carnaíba, no Sertão do Estado.
Segundo as investigações da Polícia Civil e do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), a plataforma funcionava como serviço clandestino de TV por assinatura e disponibilizava canais, filmes e séries sem autorização legal.
De acordo com o processo, o serviço cobrava mensalidade de R$ 30 e oferecia acesso ilegal a mais de 100 mil conteúdos.
Durante as investigações, a Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 418 mil movimentados pela plataforma.
As apurações também apontaram que pagamentos eram recebidos via Pix e, posteriormente, passaram a utilizar um CNPJ em nome da mãe do investigado para dificultar o rastreamento do dinheiro.
Apesar disso, a Justiça entendeu que não há provas de participação da mulher no esquema.
O condenado deverá cumprir pena inicialmente em regime semiaberto e poderá recorrer em liberdade.
