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| Dossiê foi elaborado por um movimento estudantil independente; universidade diz que não o recebeu oficialmente |
As ocorrências teriam sido registradas entre março e abril, e foram reunidas em um dossiê elaborado por um movimento estudantil.
Segundo os relatos, alunos afirmam ter encontrado moscas, abelhas, patas de barata, além de fragmentos semelhantes a vidro e materiais metálicos em alimentos.
O documento aponta que os casos não seriam isolados e reacende observações sobre falhas no controle sanitário e no preparo das refeições.
Em nota, a UFAL informou que o dossiê não foi entregue oficialmente, o que dificulta a apuração das denúncias.
A universidade também informou que o restaurante do Campus A.C. Simões, em Maceió, passou por inspeção da Vigilância Sanitária na terça-feira (14), que apontou apenas ajustes estruturais e considerou os alimentos adequados para consumo.
O caso deve ser apurado após a formalização das denúncias.
