segunda-feira, 5 de março de 2018

Proprietário de som automotivo que desrespeitou idosa foi obrigado pelo Ministério Público a colocar placas educativas no centro histórico em Brejo

“Isso é hora da senhora está fazendo sexo”, resposta dada a idosa após ter solicitado que baixassem o volume

Não é de hoje que moradores reclamam da perturbação de sossego no centro do Brejo da Madre de Deus, Agreste de Pernambuco. Nos finais de semana, até altas horas da madrugada, vários jovens com sons automotivos fazem sacudir da cama quem precisa descansar.

E para piorar ainda mais a situação, recentemente um ato repugnante cometido por quem estava com o som ligado nas alturas, deixou uma idosa bastante abalada. O jovem que não teve o nome revelado, agrediu verbalmente uma das senhoras que mora na casa de dona Telma, a conhecida “casa do A", que fica no centro histórico da cidade, após a mesma ter pedido para que baixassem o volume.

“Isso não é hora de estar reclamando, é hora de estar fazendo sexo”, resposta dada a idosa, pelo jovem que estava perturbando o seu sossego. Essa foi à gota d’água para que a idosa acionasse o Ministério Público solicitando que providências fossem tomadas. 
Após o conhecimento dos fatos, o Promotor de Justiça Dr. Antônio Rolemberg declarou tolerância zero a perturbação de sossego em Brejo.

“Tivemos aqui a reclamação de uma idosa, ela se se queixou de que durante a madrugada abriu a janela e pediu para que baixassem o volume do som. Um cidadão disse que não era hora de estar acordada, era hora dela estar fazendo sexo. Esse absurdo foi a gota d’água. Esse tipo de comportamento em Brejo não aceitaremos de jeito nenhum. Quem quiser fazer zoada vá para cidades vizinhas. A partir de agora, aqui em Brejo a tolerância é zero. Quem tiver seus carrinhos com som de mala ligado e houver alguma reclamação, a ordem da polícia é para prender e apreender o bem. Faremos que judicialmente haja o perdimento desse bem”, explicou o Promotor de Justiça, Dr. Antônio Rolemberg.

Por determinação do Ministério Público, os jovens foram obrigados a instalarem placas educativas mostrando que no local é proibido ligar som automotivo. Ainda de acordo com o promotor de Justiça, mais placas devem ser instaladas em outros pontos da cidade.

Do Estação Notícias

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